CNTSS/CUT repudia manobra que fere resultado da eleição na Fundação Viva Previdência
Atitude tomada pela presidência do Conselho Deliberativo desconsidera o Regulamento Eleitoral e o resultado legítimo do pleito ao antecipar a posse de postulantes a cargos no Instituto.
Publicado: 28 Agosto, 2025 - 17h29
Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

A Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT), legítima representante dos trabalhadores da Saúde, Assistência e Previdência Social, dos setores público e privado, vem a público manifestar indignação e repúdio, reiterando sua discordância em relação às atitudes tomadas pela presidência do Conselho Deliberativo da Fundação Viva Previdência durante a 44ª Reunião Extraordinária, ocorrida em 20 de agosto, que desrespeitam o resultado das eleições encerradas em 2 de junho e devidamente homologadas em conformidade com o Estatuto vigente naquele período.
A infame medida de tentar aplicar retroativamente o novo Estatuto, aprovado em 19 de agosto, durante reunião que teria como finalidade apenas fins informativos e não deliberativos, configura, sem dúvida alguma, um movimento arbitrário que desconsidera a legitimidade de todo o processo eleitoral e ataca a democracia interna da Instituição. Trata-se de uma situação que fere o bom senso, desrespeita a vontade soberana expressa no voto dos eleitores e resultou nas posses antecipadas de postulantes a cargos do Conselho, previstas para ocorrer apenas em 2027.
Essa manobra desrespeita de forma veemente a vontade da categoria manifestada nas eleições de junho deste ano. A caracterização do uso da estrutura administrativa para benefício de interesses pessoais expõe a credibilidade da Instituição e descredencia a legitimidade dos que foram favorecidos por tal medida. Essa atitude levou as entidades que apoiam os conselheiros eleitos legitimamente a manifestarem total contrariedade às medidas tomadas pela presidência do Conselho. É consenso entre essas entidades que o resultado eleitoral, devidamente homologado e pautado na soberania da vontade da categoria, não pode ser desprezado e vilipendiado em nome de qualquer tipo de favorecimento que fira a lisura democrática e o processo estabelecido em conformidade com o Regimento Eleitoral.
A CNTSS/CUT reitera que, assim como suas entidades filiadas, permanecerá atenta para que não haja retrocessos ou qualquer tipo de manobra que fira a democracia interna do Instituto, desrespeite a categoria e prejudique os que foram legitimamente eleitos pelo voto soberano dos trabalhadores e trabalhadoras. O resultado eleitoral homologado e proclamado não pode ser desrespeitado.
Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT)
28 de agosto de 2025