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Emprego perde destaque na campanha, mas preocupa brasileiro

10/09/2010

Escrito por: Fonte – Agência Câmara

Emprego perde destaque na campanha, mas preocupa brasileiro Candidatos prometem ampliar o índice de emprego formal, embora o tema não seja o maior destaque das campanhas. É o que mostra a terceira reportagem da série que a Agência Câmara divulga, comparando as promessas de campanha à Presidência da República com os projetos em tramitação na Casa.

Principais propostas sobre emprego
O crescimento da economia brasileira e o fato de o mercado interno ter resistido à crise econômica do ano passado diminuíram o destaque da geração de empregos na campanha eleitoral deste ano, que está mais focada em questões sociais.

O tema ocupa o terceiro lugar na pesquisa do Ibope divulgada em junho sobre as áreas que devem ser prioridade do próximo governo, mas perdeu uma posição em relação à mesma pesquisa realizada em 2006. Hoje, 33% das pessoas disseram que o governo deve dar prioridade ao emprego, contra 41% em 2006.

O emprego é tema da terceira reportagem da série que vai relacionar as propostas defendidas por mais de um candidato aos projetos em análise pela Câmara nos seguintes temas: saúde, segurança, emprego e educação. Já estão no ar as matérias sobre saúde e segurança. Nesta sexta (10) será publicada a última parte da série, com as propostas sobre educação.

Os candidatos Dilma Roussef (PT), José Serra (PSDB) e Marina Silva (PV) prometeram ampliar o índice de emprego formal, como parte da política de manutenção do crescimento econômico. O candidato com maior número de propostas trabalhistas é Plínio de Arruda Sampaio, do PSol, que defende bandeiras controversas, como a redução da jornada de trabalho e o fim do banco de horas, que não encontram respaldo dos outros candidatos.

Na Câmara, a maioria das propostas sobre emprego busca estimular a contratação de pessoas com menos espaço no mercado de trabalho: jovens, maiores de 40 anos, negros, portadores de deficiência.

Os deputados buscam ainda punir o empregador que lança mão de critérios discriminatórios nas seleções de trabalhadores, como a exigência de boa aparência, de exames de gravidez ou da comprovação de que a pessoa não está com o nome inscrito em serviços de proteção ao crédito.




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