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CNTSS/CUT define intensificação da mobilização da greve dos servidores federais nos estados

29/03/2022

Confederação define plenárias semanais dos sindicatos filiados para acompanhar os avanços da greve e definição de novas estratégias de luta; Comando de Greve da CNTSS/CUT mantém agenda permanente

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

Plenária Nacional dos Sindicatos Federais filiados à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT) realizada nesta segunda-feira, 28/03, reuniu lideranças dos vários estados para avaliar os avanços conquistados na greve geral unificada iniciada em 23 de março. Chamada pelas entidades pertencentes ao Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (FONASEFE), entre elas a CNTSS/CUT, a greve reúne as várias categorias do serviço público federal, que vem sendo atacadas sistematicamente pelo governo Bolsonaro com a retirada de direitos, arrocho salarial e precarização das condições e relações de trabalho.

 

A avaliação das lideranças sobre a situação nos estados demonstra que há uma adesão crescente dos servidores públicos federias à greve no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Tem sido ainda mais fácil detectar esta condição junto aos trabalhadores do instituto. O diagnóstico das lideranças expõe que há um contingente muito elevado de servidores em trabalho remoto, o que tem dificultado, de certa forma, o acesso a estes trabalhadores. Os dirigentes têm ampliado suas estratégias para conquistar ainda mais adesão dos servidores à greve.

 

Foi observado que as ações dos sindicatos, que são intensas nas capitais, estão sendo expandidas e ampliadas também para o interior dos estados. Isto tem feito que ocorra ainda mais adesão dos servidores. Ficou estabelecido no encontro desta segunda-feira que semanalmente haverá uma Plenária Nacional da CNTSS/CUT para avaliação dos avanços da greve. Também foi definida a intensificação da mobilização no INSS e nos setores da Saúde e Trabalho para ampliação da greve nos estados. Fica mantida a dinâmica de reuniões permanentes do Comando de Greve formado pelos dirigentes da Confederação.

 

Os sindicatos continuarão com as agendas para realização de assembléias, que tem demonstrado ser um canal de diálogo importante, que atualiza a luta e auxilia na mobilização dos servidores. As visitas aos locais de trabalho para dialogar e garantir que não haja expediente tem permitido que muitas unidades de atendimento permaneçam fechadas. Outra ferramenta de luta tem sido o uso das redes sociais e o diálogo com a imprensa para demonstrar os reais motivos da greve para toda a sociedade.

 

O diálogo coma população não foi deixado de lado. Há um intenso trabalho de rua para que a população possa ter conhecimento dos motivos da greve, que não são só questões financeiras e de melhores condições de trabalho para os servidores federais, mas que vai também no sentido de conquistar melhores condições de atendimento à população e que estanque o sucateamento do Estado brasileiro desencadeado por Temer e Bolsonaro.


Pauta de reivindicações

 

Dentre os pontos apresentados ao governo para negociação está um que é bastante relevante para os servidores da Seguridade Social. Trata-se da criação da Carreira do Seguro Social. Das 384 carreiras do serviço público, o Seguro Social é a única que possui vencimento básico abaixo do salário mínimo. Os servidores também reivindicam:

 

– Recomposição salarial data-base;

– Reajuste dos auxílios alimentação, creche e saúde;

– Reestruturação da carreira típica de estado para o seguro social;

– Nível superior para ingresso ao cargo de técnico do Seguro Social;

– Rediscussão dos processos de trabalho;

– Fim dos adicionais de meta para o teletrabalho;

– Auxílio teletrabalho para o uso de internet, energia, mobiliário e equipamentos

- Jornada de 30 horas semanais para o atendimento de qualidade para a população;

– Fim da terceirização do INSS;

– Concurso público;

– Derrubada do veto de R$ 1 bilhão do orçamento do INSS;

– Não ao fechamento das Agências do INSS;

– Defesa do direito ao atendimento presencial ao cidadão nas unidades do órgão.

 

 

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

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