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CNTSS/CUT mobiliza trabalhadores da Seguridade Social para greve geral de 14/06

12/06/2019

Sindicatos e Federações ligadas à Confederação intensificam diálogo com trabalhadores e a sociedade sobre importância da greve geral contra a Reforma da Previdência, pelos direitos e por mais empregos

Escrito por: Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

A greve geral nacional marcada para sexta-feira, 14 de junho, é um momento de grande importância para classe trabalhadora. São inúmeras as categorias que já manifestaram adesão ao movimento chamado pela CUT – Central Única dos Trabalhadores, demais Centrais Sindicais e os movimentos sociais organizados. Os Sindicatos e Federações filiados à CNTSS/CUT – Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social estão mobilizados em seus Estados atuando juntos às suas bases para intensificar as paralisações e as participações nas agendas definidas pelas CUTs estaduais para destacar as bandeiras de luta deste grande dia.

 

Neste dia, os trabalhadores em todo o país estarão lutando por seus direitos, contra a proposta de Reforma da Previdência, em defesa da Educação, pela Saúde, por mais empregos e tantas outras justas reivindicações. A sexta-feira, 14 de junho, será um dia especial de dizer a Bolsonaro para não mexer nas aposentadorias e na Previdência Social. Além da Seguridade Social, são, se acordo com a CUT, inúmeras as categorias que já aderiram à greve, entre elas: bancários, metalúrgicos, químicos, portuários, rurais, agricultores familiares, metroviários, motoristas, cobradores, caminhoneiros, educação, saúde, saneamento, Correios, Justiça Federal, eletricitários, urbanitários, petroleiros, enfermeiros, vigilantes, servidores públicos das três esferas.

 

A Confederação e suas entidades mantém o diálogo com os trabalhadores de sua base e com a sociedade sobre a importância de derrubar as propostas de Reforma da Previdência que vêm sendo colocadas em pauta pelos governos que chegaram ao poder depois do golpe de 2016. O período de preparação para a greve geral da sexta-feira, 14 de junho, foi mais um destes momentos de ampla discussão interna nos espaços de trabalho, em assembleias e nas atividades de rua com toda a população para desmascarar a PEC 06 de Bolsonaro e Guedes que quer destruir o sistema de aposentadoria visando a capitalização e o fim das políticas de Previdência Social.

 

Para o presidente da CNTSS/CUT, Sandro Alex de Oliveira Cezar, esta greve geral acontece em um momento estratégico da luta dos trabalhadores e de toda a sociedade contra a Reforma da Previdência e todos os demais retrocessos e retirada de direitos propostos por Bolsonaro. Destaca que desde que chegou ao poder Bolsonaro iniciou uma série de ataques aos direitos dos trabalhadores e às suas organizações sindicais como forma de inibir a resistência ao seu projeto ultraliberal e de extrema-direita. As medidas contidas na proposta da EC 06 são ainda piores do que as formuladas pelo governo do ilegítimo Michel Temer.

 

“A greve geral desta sexta-feira será uma resposta não só contra a Reforma da Previdência, mas a toda esta política desastrosa do governo Bolsonaro que está arrastando o país para uma crise política e econômica sem precedentes. O grande alvo agora é a Previdência Social. Bolsonaro e Guedes querem acabar com a aposentadoria pública e trazer a capitalização. Mas vai além ao trazer no seu bojo todo o desmonte das políticas da Previdência Social. Não podemos permitir isto. Vamos também lutar por mais recursos para as áreas sociais, saúde, educação, entre outras. Queremos uma política que traga empregos e faça o país crescer e sair da crise’, destaca Sandro Cezar.

 

O presidente da CUT – Central Única dos Trabalhadores, Vagner Freitas, destacou recentemente que esta greve tem sido discutida com todas as Centrais e Movimentos Sociais para que a adesão seja ainda maior do que a de 2017, quando foi possível derrubar o projeto de Temer para a Reforma da Previdência. Aponta que o momento que vivemos agora é ainda pior do que daquele ano, com uma crise de emprego gigantesca. Freitas cita que a desculpa do governo de atacar privilégios com a reforma é uma falácia sem tamanho. Na verdade, o que Bolsonaro quer é colocar na conta do trabalhador mais este problema.

 

“Nós queremos que retire o projeto. Eu não consigo imaginar o que negociar em relação a esse projeto do fim da Previdência. Porque não tem projeto de reforma, tem projeto de acabar. Por isso, a proposta da CUT é a retirada. Retira-se, e se quiser com seriedade discutir situações que melhorem a Previdência para as pessoas, os trabalhadores e a economia, temos um monte de proposta para fazer. Não nesse modelo que troca seguridade social por capitalização privada. A greve geral é de todos. Nesta sexta-feira, dia 14, não é para ir trabalhar, é dia de ficar em casa. É dia de cruzar os braços e dizer que não aceitamos ataques aos nossos direitos”, diz o presidente da CUT.

 

 

 

José Carlos Araújo

Assessoria de Imprensa da CNTSS/CUT

 

 

 

 

 

 

 

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