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Abaixo o Hartunguistão: Onde o dinheiro dos servidores é desviado para os abutres da terceirização!

11/04/2018

Esse é um Governo autoritário, que não dialoga com os trabalhadores e impõe suas medidas antipopulares na goela dos cidadãos capixabas

Escrito por: Sindsaúde ES

 

O que o Governo do Estado fez na segunda-feira (2), ao anunciar vergonhosos 5% de "reajuste" salarial para os servidores públicos, é mais um capítulo desta triste novela de terror imposta à sociedade capixaba pelo governo Paulo Hartung. Não tem cabimento que, após quatro anos sem nenhum reajuste, PH apareça com uma merreca para aqueles que dedicam suas vidas a garantirem atendimento digno e respeitoso à população. Quando todos sabem que cifras milionárias são repassadas mensalmente para os empresários das pseudos organizações sociais (OS's) beneficiadas no esquemão das terceirizações.

 

Esse é um Governo autoritário, que não dialoga com os trabalhadores e impõe suas medidas antipopulares na goela dos cidadãos capixabas. Em momento algum o Sindicato foi chamado para negociar sobre o índice de reajuste que caberia aos servidores da saúde. Desde 2014, estamos sem o receber a recomposição do salário garantida na Constituição Federal. Com base no índice inflacionário desse período de angustiantes quatro anos, nossa categoria merece um reajuste de 28,6% (IPCA).

 

Ou seja, se descontarmos a mixaria do reajuste anunciado nesta semana (míseros 5%), o governador ainda continua nos devendo 23% de aumento. Enquanto isso, o projeto de terceirização dos hospitais segue a passos largos, drenando fortunas para a iniciativa privada, que certamente retribuirá tudo em doações de campanha eleitoral. Como consequência, temos servidores desmotivados e doentes, enquanto a população sofre cada vez mais com o desmonte do SUS. O caos é minuciosamente planejado para justificar a privatização! Essa é a verdadeira realidade do Hartuguistão: um Estado onde não existe diálogo e negociação!

 

A presidenta do Sindsaúde, Geiza Pinheiro, lembra que a falta de correção do auxílio-alimentação também foi vergonhosa, o que agrava ainda mais o drama financeiro dos servidores estaduais. "Após duas décadas, o valor passou de R$ 220,00 para R$ 300,00. É óbvio que isso não recompõe absolutamente nada!", ressaltou a líder sindical. Caso fosse corrigido pelo IGPM nos marcos da legislação vigente, cada trabalhador deveria receber pelo menos R$ 868,96 para garantir suas necessidades alimentares.

 

Para o conjunto da diretoria do Sindicato, não resta dúvidas: o momento é de radicalizar as lutas e exigir que o Governo abra negociação imediata para melhorar o índice de reajuste anunciado. "O Sindsaúde não esteve em nenhuma mesa debatendo esta merreca que o governador quer nos dar em véspera de eleição. A dignidade da nossa categoria vale muito mais do que isso!", desabafou o diretor de comunicação Valdecir Gomes Nascimento.

 

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