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Centrais Sindicais e Sindicatos denunciam fechamento de Agências do INSS em Goiás

14/02/2020

Manifestação, que ocorre hoje, 14/02, em todo o País, defende o Serviço Público, o SUS e a Seguridade Social como direitos inalienáveis da população que paga religiosamente seus impostos

Escrito por: Sintfesp GO

 

 

Lideranças sindicais, democráticas e populares realizaram na manhã de hoje, 14/02, em frente à Agência da Previdência Social – APS Aparecida de Goiânia, no Setor dos Afonsos, uma manifestação que teve como objetivo alertar a população usuária do INSS sobre o desmonte promovido pelo governo na autarquia. 
 
 
O “Ato em defesa do Serviço Público e contra o desmonte do SUS e do INSS” ocorreu nesta sexta-feira em todo o País. Em Goiás, foi realizado pelo Sindicato dos Trabalhadores Federais em Saúde e Previdência Social nos Estados de Goiás e Tocantins – Sintfesp-Go/To, em parceria com as centrais CUT, CTB e CSP Conlutas, e os sindicatos Sindsaúde/Go, Sintego e SintIfes-Go.
 
 
Os manifestantes denunciaram o absurdo anúncio do governo de que até junho deste ano irá fechar 500 das cerca de 1700 agências do INSS em todo o Brasil, com prejuízos incalculáveis à população. Em São Paulo já foram fechadas duas agências. Em Goiânia, a Gerência Executiva da autarquia já informou que “por falta de pessoal” fechará a Agência Goiânia-Leste, no Setor Vila Viana. Se a meta do governo for mantida, várias outras serão fechadas. Na cidade de Aparecida de Goiânia há uma APS pronta, novinha, com a construção finalizada, porém sem funcionar. 
 
 
O Sintfesp defende o contrário: a abertura de mais agências para atender bem a população e concurso público imediato como solução duradoura e definitiva para o problema. O déficit de pessoal no INSS é de 16 mil servidores no País, enquanto há um represamento de mais de 2 milhões de benefícios que deveriam ser concedidos por direito aos segurados, o que não ocorre por inação do governo. 
 
 
O Sintfesp e as centrais são contra soluções paliativas como a invasão de 7 mil militar no INSS proposta pelo governo. “Com todo o respeito, mas eles não têm capacitação técnica para atender a população”, avaliam.
 
 
As centrais sindicais, sindicatos e outras organizações populares são solidárias à população, principal prejudicada com a situação causada pelo governo. “Estamos aqui para defender o seu direito à uma aposentadoria digna, a ser atendido com agilidade e qualidade”, destacou a presidenta da CUT, Bia de Lima, durante diálogo com segurados que aguardavam atendimento. 
 
 
Dirigente da CTB, João Pires destacou que além da defesa do INSS, da Previdência Social, do SUS, é preciso defender o Serviço Público de modo geral, pois é este serviço que está sendo desmantelado pelo governo, com consequências gravíssimas à população que paga religiosamente seus impostos. “A luta da classe trabalhadora é internacional. Temos que nos irmanar no enfrentamento ao neoliberalismo”, ressaltou Ana Guevara, da CSP Conlutas.
 
 
O dia de hoje foi também de solidariedade aos servidores que trabalham de sol-a-sol em cada uma das agências da Previdência Social e “enfrentam condições precárias de trabalho, jornadas extenuantes, por falta de investimento, de pessoal, de concursos, infraestrutura e tecnologia, situação agravada pelas reformas e medidas do governo federal aprovadas no ano passado, em especial a que modificou a Previdência. Os trabalhadores e trabalhadoras no INSS merecem todo o respeito e solidariedade da população brasileira”, afirma manifesto entregue em todo o País à população que buscou atendimento hoje nas agências.
 
 
Participaram ainda do ato Fernando Cesar Mota (Sint-IfesGo), Napoleão Batista Ferreira (Sintego), Terezinha Aguiar (CNTSS/CUT e Sintfesp-Go/To), Mauro Mota (Sintfesp-Go/To), Dimas Macário Macedo (Sintfesp-Go/To), Gilzeli Sampaio (Sintfesp-Go/To), Ariane Aquino (Advogada), entre outras lideranças.
 
 
 
 
 
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